segunda-feira, 20 de julho de 2009
Fonte Oficial: Parabéns Taxista
No último dia 8 de julho comemoramos o Dia do Taxista, essa nobre profissão que colabora diretamente para o crescimento de nosso país. Mas você sabe qual é a história do táxi?
Os primeiros táxis motorizados apareceram em 1896 na cidade alemã de Estuagarda. No ano seguinte, uma empresa concorrente passou a prestar o mesmo serviço na mesma cidade, mas os seus carros estavam equipadas com um sistema inovador de cobrança: o taxímetro.
A implantação dos táxis foi generalizada em 1907. Nesse mesmo ano, em Paris, todos os carros de aluguel tinham de possuir um taxímetro obrigatório por lei. Antes da Primeira Guerra Mundial todas as grandes cidades europeias e amaricanas já tinham serviço de táxis legais e pintados com esquemas de cores diferentes. Desde então, as alterações foram poucas, apenas nos aparelhos possuídos pelos carros, tais como um rádio, ar condicionado e GPS por exemplo.
No Brasil, destaco que na cidade de Curitiba, durante a década de 70, mais precisamente em 1976, surgiu o primeiro serviço de rádio-chamada (rádio-táxi) do País. A primeira rádio-táxi do Brasil foi a Rádio-táxi Vermelha. As pessoas ligavam para a central, a telefonista anotava o endereço e n° na papeleta e dava para o “operador” que falava no rádio, dando a corrida para o ponto mais próximo (todo motorista tinha um rádio em seu carro).
A maior cidade do País, São Paulo, tem também o maior número de táxis do Brasil, com aproximadamente 33 mil táxis, dos quais cerca de quatro mil são táxis de frotas, que são de propriedade de empresas. Na maior parte do Brasil e do mundo, os táxis trabalham através de licenças emitidas pelo poder público.
Esta licença comumente adquire um valor de mercado, variando de cidade para cidade. Por exemplo, no ano de 2004 a prefeitura de Nova Iorque leiloou uma licença do serviço de táxis e os interessados pagaram cerca de 360 mil dólares. Na cidade do Rio de Janeiro, uma licença ou ainda alvará, como também é conhecida, custa cerca de 60 mil reais, e, em São Paulo, o valor varia entre 35 mil a 45 mil reais, e, dependendo do ponto de estacionamento, chega a 120 mil reais.
Portanto, não basta apenas ter um carro para que a pessoa interessada em se tornar um taxista de fato tornar-se um. Ela precisa que o veículo tenha uma licença específica. Para aquelas pessoas que não puderem ou não quiserem gastar com uma licença, ela pode optar em trabalhar com um táxi de frota. Táxis de frotas são veículos de empresas de táxis que ficam disponíveis para taxistas em troca do pagamento de um valor diário, semanal ou mensal. Outras alternativas disponíveis em algumas cidades brasileiras é de alugar um táxi de uma Associação ou Cooperativa de Comum Rádio-táxi, ou mesmo alugar um carro de outro taxista, para alugar um táxi dividindo as despesas e, da mesma maneira que os taxistas de frotas, também é pago um valor diário.
Mas, infelizmente, nem todos procuram as formas legais para que possam trabalhar. Números oficiais do Departamento de Transportes Públicos apontam para um aumento no número de apreensões em 2008 dos táxis clandestinos e dos chamados “geladeiras” na capital paulista. O balanço final do ano passado revela um aumento de 33% em relação ao ano anterior – 2007. Os dados indicam que em 2008 houve 587 apreensões de táxis irregulares circulando na capital paulista. Chamados de táxis ‘geladeiras’, além dos clandestinos, esse tipo de veículo não está autorizado a circular com passageiros. Apesar de serem brancos (no caso de São Paulo o branco é a cor oficial), com letreiro luminoso, taxímetros - muitas vezes irregulares que chegam até a roubar no preço das corridas -, e até placas vermelhas e falsos logotipos, os táxis ilegais mancham o trabalho da categoria.
Outro problema que afeta diretamente a categoria são os chamados táxis clandestinos. Autorizados para rodar em outras localidades, principalmente em cidades da grande São Paulo, os taxistas vêm até São Paulo para trabalhar de forma ilegal em busca de passageiros, atuando principalmente nos bairros limítrofes (que fazem divisa com outros municípios). A atuação desses veículos na capital também vem sendo combatida pelo departamento responsável.
“A fiscalização é feita por uma equipe de 100 fiscais do DTP, que realizam operações tipo ‘blitz’ diariamente. Também tomamos ações periódicas em conjunto com a Polícia Militar e a Guarda Civil Metropolitana para aumentar as prisões”, informa a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Transportes. Os carros apreendidos são levados para o pátio do DTP e para que o dono do veículo consiga retirá-lo é necessário pagar uma multa de R$ 184,70, além de R$ 375,10 da remoção e mais R$ 29, 40 a cada 12 horas de estadia. Caso o falso táxi não seja retirado, depois de 180 dias eles vão a leilão.
Atendendo um pedido da categoria, encaminhei ao Executivo uma indicação pedindo a majoração da multa para esse tipo de infração que passaria de aproximadamente R$ 600,00 para R$ 3.500,00 – multa pesada para que o morotista clandestino realmente pense duas vezes antes de trabalhar irregularmente. Em caso de reincidência o valor da multa seria dobrado.
Apesar da competição desleal, gostaria de parabenizar a todos taxistas, profissão nobre que ajuda e muito o nosso dia-a-dia.
Fonte: http://www.adilsonamadeu.com.br/templates/default/home/noticias.php?id=591
terça-feira, 7 de julho de 2009
Fonte Oficial: entrevista de Adilson Amadeu ao Globo Esporte
Assessoria de Imprensa
No dia 05-06-2009 vereador concedeu entrevista ao Globo Esporte. Assunto: Pôquer esporte ou jogo de azar? Em 2007 o vereador foi relator a CPI dos Bingos, além de fechar a maioria na cidade viu de perto o drama dos jogadores dependentes. Por isso é contra que o Pôquer vire esporte. Entrevista na íntegra.
OBS: aumente o som para captar melhor o áudio.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
05/06: Jogo de empurra atrasa sinalização nas vias da cidade
Só para citar alguns exemplos onde não há sinalização, cito o cruzamento das avenidas Jornalista Roberto Marinho e Francisco Morato, Avenidas Chucri Zaidan, Vital Brasil e Eliseu de Almeida, Francisco Matarazzo, Edgar Facó e Jacú Pêssego.
Em todas elas, as divisões de faixa ou não existem ou estão quase apagadas. Em algumas, outras sinalizações como faixas de pedestres também desapareceram e desníveis no asfalto e buracos também prejudicam o tráfego.
De acordo com a CET, algumas dessas vias se incluem exatamente no referido caso do recapeamento e, portanto, a Companhia estaria no aguardo da liberação dos recursos da Secretaria de Subprefeituras. “Além da verba das Subprefeituras, a Secretaria Municipal de Transportes solicitou recursos do Fundo de Desenvolvimento Urbano (Fundurb) para aplicá-los na recuperação da sinalização horizontal”. Ainda segundo a empresa, só no segundo semestre de 2008, foram implantados 200 mil m² de sinalização horizontal na cidade, o que equivale à pintura de 12 mil faixas de pedestre.
A Secretaria de Subprefeituras, no entanto, afirma que, como a sinalização das vias na cidade é competência da CET, os recursos para as obras devem vir da própria Companhia. A Subprefeitura informa que se responsabiliza apenas pelos serviços de recapeamento e tapa-buracos.
Além da falta de sinalização, o cidadão constata também que em muitas vias o asfalto está completamente desnivelado e o motorista precisa desviar o carro para percorrer a via. Existem em muitos cruzamentos vários buracos na faixa de pedestre que, muita vezes, pela falta de sinalização praticamente não existe.
Em vários ofícios que mando para a Secretaria das Subprefeituras, sou informado que o serviço de tapa-buracos nessas áreas respeitam um cronograma e, dependendo da região, pode demorar até um mês.
A Prefeitura tem o prazo de dois meses para fornecer ao Ministério Público Estadual (MP) explicações detalhadas sobre as falhas na sinalização horizontal nas avenidas e ruas paulistanas, sob pena de sofrer ação civil pública, ter de pagar multa e ser responsabilizada por acidentes de trânsito que vierem a ocorrer por causa dessas deficiências.
Recebo diariamente em meu gabinete várias denúncias a respeito da falta de sinalização nas ruas da cidade de São Paulo, que vão desde ausência das faixas de pedestres e de separação de pistas apagadas ou inexistentes, em várias regiões da cidade, além da falta de legendas como ‘devagar’ e ‘escola’, o que põe em risco a segurança de motoristas e pedestres.
O Ministério Público informou que será anexada ao inquérito civil instaurado para apurar o assunto. O procedimento do MP acontecerá depois de ter conhecimento de várias denúncias sobre o tema.
A investigação foi aberta pela promotora de Habitação e Urbanismo Maria Amelia Nardy Pereira. Para ela, a situação é grave.
O inquérito, segundo a promotora, vai apurar as responsabilidades municipais diante do artigo 88 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O texto estabelece que “nenhuma via pavimentada poderá ser entregue após sua construção, ou reaberta ao trânsito após a realização de obras de manutenção, enquanto não estiver devidamente sinalizada (...) de forma a garantir as condições adequadas de garantia na sinalização”.
O diagnóstico, de acordo com a promotora, deverá trazer detalhes de todas as regiões da cidade.
A maior parte dos problemas está em vias que foram recapeadas no ano passado, dentro do programa de recuperação asfáltica da Prefeitura. Entre 2005 e 2008, 880 km de vias foram recapeadas. Parte delas, porém, ficou sem a pintura das faixas no solo.
Em outros pontos, a sinalização até existe, mas está incorreta. Algumas vias apresentam vagas de estacionamento em Zona Azul abertas ao tráfego. As marcas no solo, no entanto, permaneceram, confundindo os motoristas, que acabam não utilizando a faixa adicional.
Caso você queira reclamar e, ao mesmo tempo, cobrar providências, escreva para o Ministério Público relatando as irregularidades no que diz respeito à sinalização das vias em nossa cidade. A promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo tem um e-mail para receber denúncias sobre falta de sinalização e placas de trânsito. O Ministério Público pede que as queixas tenham o máximo de detalhes possível. O e-mail é pjhurb@mp.sp.gov.br.
Exerça o seu direito de cidadão.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Fonte Oficial: Projeto de Lei amplia e incentiva o esporte e o lazer
O que é o PROGRAMA PARQUE-A-PARQUE?
É um circuito ciclístico e de caminhada interligando os principais parques da cidade de São Paulo, com um adequado planejamento viário entre as principais vias de acesso entre eles.
De forma gradativa, essa lei irá incentivará o cidadão a praticar caminhadas e pedalar em percursos determinados, sendo devidamente monitorados pela CET – Companhia de Engenharia de Tráfego.
Quando vai acontecer e como será organizado?
Será aos Domingos no período das 6h as 17h, contando no mínimo com uma faixa de via pública, de preferência aquela junto ao passei publico, que ligue os principais parques da Cidade.
A CET - Companhia de Engenharia de Tráfego ficaria encarregada de criar esse circuito, sinalizando-o devidamente, e se responsabilizando pela integridade física dos participantes do programa.
A implantação do Programa poderá ser dada de forma gradativa, ligando parques próximos e aqueles que contemplam vias de menor concentração de veículos.
Esse programa vai prejudicar o trânsito na cidade?
Não, esse projeto não causará transtornos viários, uma vez que está previsto para acontecer aos domingos em vias pré determinadas pelo poder público e coordenada pela CET.
Você morador de São Paulo, que busca mais alternativas de lazer aprova essa iniciativa?
Envie para nós a sua opinião, sugestão ou crítica
Fale conosco através do email adilsonamadeu@camara.sp.gov.br
Foto: Gonzo Power
quarta-feira, 8 de abril de 2009
CPI do IPTU: vereadores questionam documentos
Os parlamentares verificaram erros na planilha de dados dos devedores de IPTU enviada pela Secretaria. “Tínhamos algumas dúvidas com relação a tabela que foi enviada para esta CPI, observamos que algumas informações estavam equivocadas. Eles prometeram refazer, apresentar os dados corretos e corrigir os incorretos”, explicou o vereador Aurélio Miguel (PR), presidente da Comissão.
“Por exemplo, foi lançado IPTU de R$ 20 mil para um imóvel de 267 m², isso caracteriza um erro”, disse o vereador Claudio Fonseca (PPS).
Os parlamentares também cobraram maiores esclarecimentos com relação às instituições de ensino que possuem isenção ou imunidade tributária. “Percebemos uma dificuldade da Secretaria para falar da planilha que nos encaminharam. Muitas faculdades tiveram o IPTU lançado errado”, enfatiza o vereador Adílson Amadeu (PTB).
O diretor não soube informar o período e a quantidade de faculdades imunes. “Queremos saber quais são as entidades educacionais que possuem imunidade e isenção e quais são os critérios para preencher estes requisitos. Pois, se a instituição for sem fim lucrativo ela tem direito a imunidade, mas se possuir divisão de lucros, por exemplo, deixa de ter imunidade”, ressalta o vereador Fonseca.
O presidente da CPI, Aurélio Miguel, pediu ainda uma reconfiguração da planta genérica do município. “Essa planta genérica de valores precisa ser realinhada para trazer a realidade da cidade de São Paulo, pois o metro quadrado do Shopping Bourbon, por exemplo, é R$ 600; o do Parque Antártica é de R$ 1.100; o Supermercado Sonda, ao lado do Bourbon, é de R$ 300; e na 14 Bis, local onde tem enchentes, está em R$ 1.200 reais”, comentou.
Leonardo Dias da Silva explicou que através de um banco de dados verificam a manutenção da isenção. Silva também disse “que quando existe um valor lançado na planilha que não corresponde com recolhimento, esse valor vai para a Procuradoria, para que seja feita a cobrança.” O diretor de Imunidades e Isenções prometeu contribuir com o que for solicitado pelos parlamentares
O vereador Amadeu disse que o momento é de buscar os grandes devedores do município. “Sabemos que um dos grandes devedores de IPTU é o Jóquei Clube, só com o dinheiro devido por eles daria para fazer outro Hospital das Clínicas em São Paulo. Queremos saber quem são aqueles que não pagam há anos e o que o jurídico está pensando em fazer”, concluiu.
Participaram da reunião os vereadores Wadih Mutran (PP), Abou Anni (PV), Marta Costa (DEM), Antonio Donato (PT), Adílson Amadeu, Claudio Fonseca e Aurélio Miguel, presidente.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Da Assessoria: vereador bate ponto e foge de sessão
O Vereador Adilson Amadeu informa que não falta e nunca faltou na legislatura passada nos eventos da Câmara Municipal de São Paulo, segundo dados constatados pela ONG Voto Consciente que fiscaliza a casa há 21 anos. ONG que colocou o vereador como 5º colocado no ranking dos mais atuantes da casa.
Seja no Plenário durante as sessões (segunda, terça e quarta-feira) ou na CPI do IPTU que acontecia às sextas e foi transferida para às segundas-feiras, na Comissão de Finanças que acontece às quartas-feiras ou no atendimento externo que faz aos finais de semana, o vereador Adilson Amadeu está sempre fazendo jus ao seu cargo de vereador e fiscalizador do município de São Paulo, sempre respeitando o eleitor e o cidadão de uma forma em geral.
Quando não está no gabinete que atende em média 15 pessoas por dia, está em compromissos externos como exemplos: Prefeitura, Subprefeituras, Sindicatos e entidades que representam o trabalhador, além de ver de perto os problemas de nossa cidade quando é solicitada a sua visita nos bairros.
O vereador parabeniza a reportagem, mas lembra que esse importante assunto questionado pelos jornais não pode em hipótese alguma ser generalizado.
Atenciosamente
Anderson Cheni
Assessoria de Imprensa
Tel: 3396-4005 - 7230-4905
visite:adilsonamadeu.com.br
domingo, 15 de março de 2009
DA ASSESSORIA: OBRAS DO PARQUE VERDE DA MOOCA DEVEM COMEÇAR AINDA ESSE ANO
OBRAS DO PARQUE VERDE DA MOOCA DEVEM COMEÇAR AINDA ESSE ANOO crescimento acelerado de nossa cidade exige a criação de novas áreas verdes . Contrariando os interesses e pressões de construtoras, incorporadoras e imobiliárias, o vereador Adilson Amadeu, defende a criação do Parque Verde da Mooca na área da antiga distribuidora Esso, entre as ruas Barão de Monte Santo, Vitoantônio Del Vechio e Dianópolis.
Segundo dados da Secretária do Meio Ambiente, o bairro da Mooca é um dos mais carentes em áreas verdes da cidade de São Paulo.
Preocupado com esta grave situação e com a qualidade de vida dos mooquenses, o vereador vem há anos lutando para mudar esta realidade.
Tanto que abraçou a idéia de transformar parte do terreno da ex-Esso em área verde. Parte porque seu projeto de desapropriação foi vetado pelo então Prefeito Gilberto Kassab.
Contudo, essa realidade depende exclusivamente da total descontaminação do solo, tanto que nada poderá ser feito se não houver total cumprimento do TAC (termo de ajustamento de conduta) elaborado pelo ministério público de São Paulo, CETESB e a empresa proprietária. Recentemente o vereador obteve a informação dos órgãos envolvidos que o problema de descontaminação do solo está prestes a ser efetivamente resolvido.
Dando continuidade a esta batalha, o vereador Adilson Amadeu conversou exaustivamente com os proprietários da área e eles acabaram aceitando a idéia de doarem para a prefeitura da cidade de São Paulo, cerca de 30 mil metros quadrados dos 90 mil existentes, para a implantação de um grande parque verde.
O vereador Adilson Amadeu, em recente reunião com o secretario do verde e meio ambiente da cidade, Sr. Eduardo Jorge, obteve a informação oficial de que o assunto está adiantado e que o projeto esta em fase de estudos. "isso será um modelo de parque verde na cidade de São Paulo" afirmou Eduardo Jorge.
“A população será contemplada com esse maravilhoso parque e tenho certeza que essa nossa luta em prol dos moradores vai terminar com muita sombra, água fresca e laser a todos" finalizou Amadeu.
Visite o site: http://www.
euqueroumparquenamooca.com.br/
Lembrando também, que o vereador vem se reunindo constantemente com o subprefeito Cel. Rubens Casado buscando que a prefeitura consiga resolver o mais rápido possível o problema de alagamentos do Córrego do Oratório.
Na próxima sexta-feira, 13 de março às 10:00 horas a CPI que apura a responsabilidade pelas irregularidades e mesmo ausência de lançamento de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) se reúne no Plenário da Câmara Municipal para segunda reunião dessa Comissão Parlamentar de Inquérito, que é presidida pelo vereador Aurélio Miguel e tem o vereador Adilson Amadeu como um dos representantes.
Local: Plenário 1º de Maio
horário: 10:00 horas
2º reunião da CPI
segunda-feira, 9 de março de 2009
A Biografia de Adilson Amadeu
Antes de ser vereador, Adilson Amadeu é despachante e empresário. Através de sua empresa, a SODESP, já foram intermediados mais de 1 milhão de documentos. É um dos líderes do setor e isso o levou à presidência do sindicato dos despachantes (1994-98) e do Conselho Federal dos Despachantes Documentalistas, em 2002. Esses foram seus primeiros passos na política. Na primeira eleição disputou uma vaga na Assembléia legislativa e ficou com a segunda suplência. Em 2004, Adilson Amadeu foi eleito vereador, pelo PTB com 28.354 votos.Na Câmara Municipal de São Paulo tem se destacado não apenas como um legislador, mas como um fiscalizador dos atos do executivo e, como tal, é um ativo integrante das comissões parlamentares de inquérito Primeiro, foi conhecer de perto a estrutura precária dos Centros Desportivos Municipais que em alguns bairros estavam abandonados enquanto, em outros, era explorado comercialmente de forma irregular. O trabalho resultou numa radiografia que permitiu à prefeitura criar programas como o Clube Escola.
Em 2006, os alvos foram os promotores de eventos. A CPI apurou que boa parte das festas e shows realizados na cidade não atendia à legislação, nem ofereciam segurança aos freqüentadores. A morte de três pessoas durante a apresentação do grupo RBD, num shopping da zona sul, serviu de exemplo. Os organizadores foram responsabilizados pelo fato.
Em 2007, o vereador assinou relatório da comissão que apurou a sonegação de impostos por bingos. São quase R$ 800 milhões que poderiam promover inúmeros benefícios para os munícipes. E, em 2008, chegou a presidir a Comissão que investigava a dívida de mais de R$ 2 bilhões de ISS do bancos. A justiça suspendeu os trabalhos da CPI. Nos dois primeiros anos de mandato Adilson Amadeu integrou a Comissão de Trânsito, Transporte e Atividade Econômica. Em 2006, presidiu a comissão, verificou de perto a situação dos terminais de ônibus e questionou, junto ao Tribunal de Contas, os cálculos que permitiram o aumento das tarifas.
Adilson Amadeu é um crítico ferrenho da chamada “indústria de multas de trânsito”. Para ele, não há sentido em multar sem educar ou criar uma rede eficiente de fiscalização que impeça os infratores de continuarem rodando irregularmente pela cidade. O vereador propôs o parcelamento administrativo das multas para que o município possa dar uma oportunidade aos inadimplentes de regularizassem a situação de seus veículos e o município tenha mais recursos para aplicar na melhoria do próprio trânsito.
Outra grande preocupação do vereador é o crescimento do consumo de drogas. Nessa área Adilson Amadeu propõe a criação de uma comissão de estudos e de um programa que visa à formação de disseminadores de políticas públicas voltadas para o problema. Esses disseminadores deverão atuar junto a professores e outros servidores da rede de ensino municipal. Também na área da educação, o vereador prega a criação de um programa de esclarecimento e detecção de Dislexia. Como vereador, Amadeu não tem poderes para a execução de projetos, mas tem acompanhado de perto as ações da prefeitura e discutido mudanças reivindicadas pela comunidade.
No Pari, garantiu que a Vila dos Idosos fosse ocupada por moradores carentes da própria região. No Brás luta contra o comércio ilegal nas ruas e sua maior vitória foi a revitalização do Largo da Concórdia. Além disso, tem trabalhado junto à subprefeitura para acabar com a feira da madrugada, realizada na rua Oriente e adjacências. Na Mooca, está à frente de um movimento que reivindica a transformação do terreno ocupado, durante mais de 40 anos, pela Distribuidora Esso num Parque que permita o aumento da área verde na região e ainda ofereça esporte e lazer à população, como forma de proteger a região contra o adensamento da população, o que acarretaria mais problemas de trânsito e poluição. Amadeu é um defensor do esporte. Ele próprio se dedicou à natação durante a juventude, competindo em vários torneios. Chegou a representar o Brasil na categoria master em campeonatos europeus.


