segunda-feira, 13 de abril de 2009

Comissão de Finanças e Orçamento questiona secretaria de Transportes

De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, o secretário municipal de Transportes, Alexandre de Moraes, deve ser ouvido hoje pela Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara, da qual faz parte o nosso vereador adotado, Adilson Amadeu.

Moraes deverá prestar esclarecimentos sobre a conta sistema do transporte coletivo da capital. Segundo o OESP, a conta sistema reúne informações sobre os procedimentos referentes às fontes de recursos para ônibus. Em 2006, foi criada uma comissão para monitorar e divulgar esses números, formada por representantes de cinco secretarias, além de concessionárias e sindicato dos motoristas.

Para o vereador Adilson Amadeu (PTB), que solicitou em março um detalhamento da conta sistema ao secretário, esses números são "uma caixa preta". No dia em que a solicitação foi aprovada na Comissão de Finanças, Amadeu afirmou que o transporte urbano de São Paulo estava prestes a parar. "Grandes empresários da cidade estão falando que vão entregar as chaves dos seus veículos para que o Executivo faça o transporte público", ressaltou.

Fonte: O Estado de São Paulo

Fonte Oficial: Projeto de Lei amplia e incentiva o esporte e o lazer




Buscando mais alternativas de lazer a população, especialmente ao ciclista profissional ou amador, o vereador Adilson Amadeu, que há um ano apresentou o projeto de Lei 134/08 que cria o “PROGRAMA PARQUE-A-PARQUE”, está próximo de ver o seu projeto virar Lei.

O que é o PROGRAMA PARQUE-A-PARQUE?
É um circuito ciclístico e de caminhada interligando os principais parques da cidade de São Paulo, com um adequado planejamento viário entre as principais vias de acesso entre eles.

De forma gradativa, essa lei irá incentivará o cidadão a praticar caminhadas e pedalar em percursos determinados, sendo devidamente monitorados pela CET – Companhia de Engenharia de Tráfego.

Quando vai acontecer e como será organizado?
Será aos Domingos no período das 6h as 17h, contando no mínimo com uma faixa de via pública, de preferência aquela junto ao passei publico, que ligue os principais parques da Cidade.
A CET - Companhia de Engenharia de Tráfego ficaria encarregada de criar esse circuito, sinalizando-o devidamente, e se responsabilizando pela integridade física dos participantes do programa.

A implantação do Programa poderá ser dada de forma gradativa, ligando parques próximos e aqueles que contemplam vias de menor concentração de veículos.

Esse programa vai prejudicar o trânsito na cidade?
Não, esse projeto não causará transtornos viários, uma vez que está previsto para acontecer aos domingos em vias pré determinadas pelo poder público e coordenada pela CET.

Você morador de São Paulo, que busca mais alternativas de lazer aprova essa iniciativa?
Envie para nós a sua opinião, sugestão ou crítica
Fale conosco através do email adilsonamadeu@camara.sp.gov.br

Fonte: Assessoria de Imprensa 
Foto: Gonzo Power

quarta-feira, 8 de abril de 2009

CPI do IPTU: vereadores questionam documentos

Por Juvenal Pereira

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar irregularidades nos lançamentos de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) no município de São Paulo ouviu na reunião desta segunda-feira (06/04) o diretor de Imunidades, Isenções, Incentivos Fiscais e Regimes Especiais da Secretaria de Finanças, Leonardo Leal Dias da Silva. Os vereadores questionaram os documentos encaminhados pela Secretaria à CPI. Houve divergência entre alguns números apresentados.

Os parlamentares verificaram erros na planilha de dados dos devedores de IPTU enviada pela Secretaria. “Tínhamos algumas dúvidas com relação a tabela que foi enviada para esta CPI, observamos que algumas informações estavam equivocadas. Eles prometeram refazer, apresentar os dados corretos e corrigir os incorretos”, explicou o vereador Aurélio Miguel (PR), presidente da Comissão.

“Por exemplo, foi lançado IPTU de R$ 20 mil para um imóvel de 267 m², isso caracteriza um erro”, disse o vereador Claudio Fonseca (PPS).

Os parlamentares também cobraram maiores esclarecimentos com relação às instituições de ensino que possuem isenção ou imunidade tributária. “Percebemos uma dificuldade da Secretaria para falar da planilha que nos encaminharam. Muitas faculdades tiveram o IPTU lançado errado”, enfatiza o vereador Adílson Amadeu (PTB).

O diretor não soube informar o período e a quantidade de faculdades imunes. “Queremos saber quais são as entidades educacionais que possuem imunidade e isenção e quais são os critérios para preencher estes requisitos. Pois, se a instituição for sem fim lucrativo ela tem direito a imunidade, mas se possuir divisão de lucros, por exemplo, deixa de ter imunidade”, ressalta o vereador Fonseca.

O presidente da CPI, Aurélio Miguel, pediu ainda uma reconfiguração da planta genérica do município. “Essa planta genérica de valores precisa ser realinhada para trazer a realidade da cidade de São Paulo, pois o metro quadrado do Shopping Bourbon, por exemplo, é R$ 600; o do Parque Antártica é de R$ 1.100; o Supermercado Sonda, ao lado do Bourbon, é de R$ 300; e na 14 Bis, local onde tem enchentes, está em R$ 1.200 reais”, comentou.

Leonardo Dias da Silva explicou que através de um banco de dados verificam a manutenção da isenção. Silva também disse “que quando existe um valor lançado na planilha que não corresponde com recolhimento, esse valor vai para a Procuradoria, para que seja feita a cobrança.” O diretor de Imunidades e Isenções prometeu contribuir com o que for solicitado pelos parlamentares

O vereador Amadeu disse que o momento é de buscar os grandes devedores do município. “Sabemos que um dos grandes devedores de IPTU é o Jóquei Clube, só com o dinheiro devido por eles daria para fazer outro Hospital das Clínicas em São Paulo. Queremos saber quem são aqueles que não pagam há anos e o que o jurídico está pensando em fazer”, concluiu.

Participaram da reunião os vereadores Wadih Mutran (PP), Abou Anni (PV), Marta Costa (DEM), Antonio Donato (PT), Adílson Amadeu, Claudio Fonseca e Aurélio Miguel, presidente.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Cada cidadão é um posto avançado na fiscalização dos políticos

Hoje pela manhã, vindo ao trabalho, escutei a entrevista que Milton Jung realizou no CBN São Paulo com o promotor eleitoral da 1ª zona, em São Paulo, Maurício Antônio Ribeiro Lopes, sobre o caso do vereador Ushitaro Kamia (DEM-SP), que assumiu gastos superiores à declaração de renda. 

Durante a entrevista, Lopes indicou uma ferramenta muito importante, disponível no site do MPE: um formulário de denúncia on-line. 

Segundo o site do MPE, 

"Cabe ao Ministério Público Eleitoral zelar por um processo eleitoral escorreito, assegurando igualdade de condições entre os postulantes, coibindo todas as formas de desvio do curso eleitoral, tais como propaganda eleitoral irregular, captação ilegal do sufrágio, abuso do poder econômico nas eleições e uso indevido da máquina administrativa em prol de determinadas candidaturas. Buscando assegurar a legitimidade do processo eleitoral é que o Ministério Público Eleitoral intervém no alistamento de eleitores, no registro das candidaturas, na fiscalização das atividades dos partidos políticos, nas eleições, na diplomação e na prestação de contas por parte de candidatos e partidos políticos."


Uma frase do promotor foi bem marcante durante a entrevista. Foi mais ou menos assim: "Cada cidadão é um posto avançado do MPE na fiscalização dos políticos". Sendo assim, já temos uma ferramenta de apoio nessa fiscalização. 

Da Assessoria: vereador bate ponto e foge de sessão

Em relação à matéria divulgada nesta sexta-feira (03/04)  nos jornais O Estado de São Paulo e Jornal da Tarde com o título "Vereador bate ponto e foge de sessão":

O Vereador Adilson Amadeu informa que não falta e nunca faltou na legislatura passada nos eventos da Câmara Municipal de São Paulo, segundo dados constatados pela ONG Voto Consciente que fiscaliza a casa há 21 anos. ONG que colocou o vereador como 5º colocado no ranking dos mais atuantes da casa.

Seja no Plenário durante as sessões (segunda, terça e quarta-feira) ou na CPI do IPTU que acontecia às sextas e foi transferida para às segundas-feiras, na Comissão de Finanças que acontece às quartas-feiras ou no atendimento externo que faz aos finais de semana, o vereador Adilson Amadeu está sempre fazendo jus ao seu cargo de vereador e fiscalizador do município de São Paulo, sempre respeitando o eleitor e o cidadão de uma forma em geral.

Quando não está no gabinete que atende em média 15 pessoas por dia, está em compromissos externos como exemplos: Prefeitura, Subprefeituras, Sindicatos e entidades que representam o trabalhador, além de ver de perto os problemas de nossa cidade quando é solicitada a sua visita nos bairros.

O vereador parabeniza a reportagem, mas lembra que esse importante assunto questionado pelos jornais não pode em hipótese alguma ser generalizado.

Atenciosamente

Anderson Cheni
Assessoria de Imprensa
Tel: 3396-4005 - 7230-4905
visite:adilsonamadeu.com.br

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Verba Indenizatória - Fevereiro/2009

Eis os gastos de Adilson Amadeu, durante o mês de fevereiro, com a verba indenizatória:

  • Combustível - R$ 901,80
  • Locação de Veículo - R$ 1.616,93
  • Despesas de Correio - R$ 11.507,80
  • Composição/ Arte/ Diagramação/ Produção/ Impressão Gráfica - R$ 583,00
  • TOTAL EM FEVEREIRO/ 2009 - R$ 14.609,53

"Se beber, não dirija"




Na última terça-feira, 31/03, foi aprovada em primeira votação na câmara dos vereadores de São Paulo, um projeto de lei de autoria do nosso vereador adotado, Adilson Amadeu. O projeto obrigará os donos de bares, restaurantes e casas de evento a divulgar a frase "Se berber, não dirija", em panfletos, cardápios e propagandas dos estabelecimentos. Segundo Adilson Amadeu:

"A pessoa vai jantar, bebe, fica alegre e não sabe o que vai acontecer. É importante que a pessoa leia desde o cardápio até no guardanapo. No guardanapo é bom ter a inscrição, porque a pessoa usa muito." 

O comerciante que não se adequar à lei ficará sujeito à multa de R$ 2 mil. 

O Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de São Paulo informou, por meio de sua assessoria, que apóia qualquer iniciativa "em favor da proteção à vida".